Passoca Portifólio

AS TAIS GIGANTES ESPAÇOSAS
O trabalho é sobre isso, sobre uma reconexão com oque nunca vai deixar de ser, e que depois que formos, vai se curar de nós, parte de um princípio de transição se firmando na ocupação saudável dos meios, fala-se das conjunturas de mudança essenciais para que espaço e o tempo se relacionem em harmonia, de peças que formulam a necessidade de mudança drastica. Por tanto a figura feminina se encontra no cerne para essa reestruturação, a mãe, a mulher, a figura que foge da binariedade mas que frutifica, uma autossuficiência simplista definida pelo reconhecimento das necessidades básicas, e pelo sentimento de proteção de uma tradição reinventada longe dos ciclos vicioso. Aproveitamento do que enche a barriga…
Com isso os signos, fluidos entre forma e espaço para forma se encontram entre a figura feminina fora da binariedade e da feminilidade imposta e na ocupação propriamente dita do espaço a ser ocupado por essas figuras bem delimitadas ou não.